Abrindo cerveja com qualquer coisa.
..A partir de diversas apresentações musicais no Wonka Bar (Curitiba, PR) – como o show “canções de inverno” de Luiz Felipe Leprevost, e o show “A Saudade Mata Gente, Panaca” de Uyara Torrente – foi sendo criada e desenvolvida a idéia de produzir as músicas de compositores curitibanos. Construção, Desconstrução e Reconstrução de arranjos, de instrumentos e de formações.
Assim é a Banda Mais Bonita Da Cidade…
http://www.myspace.com/abandamaisbonitadacidade
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As luzes acedem
As luzes apagam
Quando as coisas não parecem certas
Eu deito como um cão cansado
Lambendo suas feridas na sombra
Quando eu me sinto vivo
Eu tento imaginar uma vida sem preocupações
Um mundo cênico onde os pores-do-sol são totalmente
Deslumbrantes
Acredito que não exista uma resposta universal, porque isso depende muito da cultura de cada país. Mas há sete elementos chave em uma negociação. O primeiro deles é a comunicação. Não é possível negociar sem uma comunicação eficaz.
O segundo é o relacionamento entre as partes. Elas se vêem como inimigas ou estão trabalhando conjuntamente para resolver um problema? A negociação será melhor se ambas as partes acreditarem que buscam resolver uma preocupação comum e devem descobrir como lidar com suas diferenças.
O terceiro elemento é o interesse. Independentemente de cultura, idade, raça, cor, religião, as pessoas têm seus próprios interesses – sucesso, aceitação, dinheiro, terras, segurança. Eles variam em função das circunstâncias, e eu, como negociador, preciso descobrir qual é o real interesse da outra parte. Para chegar a um acordo, devo proporcionar algo que desperte o interesse do outro sem prejudicar meu próprio interesse.
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Roger Fisher em “A Arte de Negociar”:
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“Poder é indispensável para alcançarmos nossos objetivos. Poder significa
capacidade de influenciar pessoas e situações. O resultado de qualquer
negociação está diretamente relacionado ao balanço de poder entre
as partes. Todos nós temos algum poder, embora nem sempre sejamos
conscientes do tipo de poder que temos e da forma mais apropriada de
utilizá-lo.
Existem duas modalidades de poder. Um é o poder que temos em função
de elementos ou fatores externos, como por exemplo, por ocuparmos
determinado cargo numa empresa, termos bons relacionamentos,
dispormos de bens materiais ou recursos financeiros. Outro é o nosso
poder pessoal ou poder interno, ou seja, algo de que dispomos como
fruto de nossa educação, desenvolvimento próprio e características. É o
poder pessoal que nos habilita a conquistar e usar corretamente o poder
externo. É algo que, uma vez que tenhamos definido com propriedade
nossos objetivos, nos permite alcançar estes objetivos e obter sinergia em
nossas negociações. O poder não deve ser considerado como um fim em
si mesmo e esta é uma das maiores disfunções encontradas: a ilusão do
poder.”
Responsabilidade social é a forma de gestão que se define pela relação ética e transparência da empresa com todos os públicos com os quais ela se relaciona, e também pelo estabelecimento de metas empresariais compatíveis com o desenvolvimento sustentável da sociedade, preservando recursos ambientais e culturais para gerações futuras, respeitando a diversidade e promovendo a redução das desigualdades sociais.
Portanto, simplesmente pagar impostos, preservar o meio ambiente, respeitar o direito das pessoas
não é responsabilidade social! A responsabilidade social consiste, sim, em ações voluntárias da empresa para a melhoria da qualidade de vida da comunidade. Por exemplo: quando uma empresa cuida de uma praça,
subsidia uma creche, está agindo de forma socialmente responsável, pois não tem obrigação legal de fazê-lo, mas sabe que a melhoria da qualidade de vida da população é condição sine qua non para seu sucesso. Não poluir não é ser socialmente responsável, mas é ser legalmente responsável (pois
há uma sanção da lei para quem polui).
O Instituto Ethos considera a empresa socialmente responsável quando ela vai “além da obrigação de respeitar as leis, pagar impostos e observar as condições adequadas de segurança e saúde para os trabalhadores.”
Uma definição de responsabilidade social é a proposta por Fernando Almeida:
“Responsabilidade social corporativa é o comprometimento permanente dos empresários de adotar um comportamento ético e contribuir para o desenvolvimento econômico, melhorando, simultaneamente, a qualidade de vida de seus empregados e de suas famílias, da comunidade local e da sociedade como um
todo”.
No Alasca, um esporte tradicional é cortar árvores. Há lenhadores famosos, com
domínio, habilidade e energia no uso do machado. Querendo tornar-se também
um grande lenhador, um jovem ouviu falar do melhor de todos os lenhadores do
país. Resolveu procurá-lo.
- Quero ser seu discípulo. Quero aprender a cortar árvore como o senhor.
O jovem empenhou-se no aprendizado das lições do mestre, e depois de algum
tempo achou-se melhor que ele. Mais forte, mais ágil, mais jovem, venceria
facilmente o velho lenhador. Desafiou o mestre para uma competição de oito
horas, para ver qual dos dois cortaria mais árvores.
O desafio foi aceito, e o jovem lenhador começou a cortar árvores com
entusiasmo e vigor. Entre uma árvore e outra, olhava para o mestre, mas na
maior parte das vezes o via sentado. O jovem voltava às suas árvores, certo da
vitória, sentindo piedade pelo velho mestre.
Quando terminou o dia, para grande surpresa do jovem, o velho mestre havia
cortado muito mais árvores do que o seu desafiante.
- Mas como é que pode? – surpreendeu-se. Quase todas as vezes que olhei você
estava descansando!
- Não, meu filho, eu não estava descansando. Estava afiando o machado. Foi
por isso que você perdeu.